"O artista, um contemplativo que passa, atento somente, às manifestações de cor, de harmonia e de beleza, que escapam aos olhos dos outros."
Domingos Rebêlo, num artigo que escreveu sobre os seus tempos de estudante em Paris, in "Açoreano Oriental", 13 de Janeiro de 1946.
Mostrar mensagens com a etiqueta Nordeste. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Nordeste. Mostrar todas as mensagens
quarta-feira, 15 de junho de 2016
Correio dos Açores - Edição de 15 de Junho 2016
Ponta Delgada, 12 de junho de 2016
Quando iniciei estes rabiscos, não estava a pensar em apresentá-los aqui, nesta rúbrica. Mas gostei da fusão das aguadas e resolvi mostrá-los aos leitores deste Jornal. Todavia, a composição não é a mais indicada. Se tivesse pensado melhor, teria optado por outro ponto de vista aquando da escolha do local para desenhar a Igreja da Luz, situada na Pedreira, Nordeste, ou então, tê-la-ia desenhado na página da direita do caderno, por forma ao seu frontispício não ficar virado para o “nada”. Nesta minha ida fugaz ao Nordeste, ainda consegui uns breves minutos para rabiscar o Farol do Arnel, tanto no Miradouro da Ponta do Arnel, como também no Miradouro da Vista dos Barcos.
segunda-feira, 7 de setembro de 2015
Correio dos Açores - Edição de 2 de Stembro de 2015
Nordeste, 29 de Agosto de 2015
Nordeste, tantas vezes designado
como a décima ilha açoriana, está menos isolada. O motivo da minha visita a
este bonito concelho é exemplo disso: uma consulta na médica dentista da minha
namorada. Todavia, em meu entender, é necessário fixar a população, criar
motivos para a sua permanência. Em termos culturais, para além das festas e
desportos das localidades, pouco ou nada se faz. Não tenho conhecimento, por
exemplo, da existência de um grupo de teatro ou de um centro de formação em artes
plásticas.
Voltando atrás, enquanto era realizada a consulta,
sentei-me num banco da praça central da vila. Olhei a fachada da Igreja de S.
Jorge e, paulatinamente, fui construindo o puzzle da sua ornamentação
basáltica. À direita está a estátua de António Alves de Oliveira (N.1847,
F.1936), ilustre nordestense, considerado o maior deste concelho de todos os
tempos, graças às inúmeras ações que promoveu em prol do desenvolvimento do Nordeste.
Repare-se que a população na sua época duplicou, passando de 5447 para cerca de
10000 habitantes. Os CENSOS de 2011 indicam que este número voltou a reduzir
para 4937 habitantes, o que reitera a necessidade de se criar condições para a
fixação da população.
quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
ida ao dentista...
... os tempos de espera são sempre apetecíveis para rabiscar. e hoje apeteceu, mesmo!
a namorada inspira!
quinta-feira, 24 de julho de 2014
Subscrever:
Mensagens (Atom)



